De um lado o líder do suposto “povo eleito”, do outro o defensor da supremacia da “raça ariana”.
Hitler foi, sem dúvida, um psicopata. Alguém com um poder de sedução e convencimento fora do comum, e usou esse talento para difundir suas idéias sobre a pureza de seu povo, e sua suposta superioridade. O Grande Vilão, o mentor da perseguição e da matança contra as raças “inferiores” (?), especialmente judeus.
E os judeus? Ah, os coitadinhos da humanidade, sempre os perseguidos, os incompreendidos. Isso porque seu grande líder Moisés foi bem mais esperto do que Hitler.
“Deus” falou a Moisés: reúne “meu” povo e segue para a Terra Santa. Chegando lá, surpresa, havia uma outra civilização por lá (os filisteus?). Mas “Deus” falou que aquela terra era deles, da “nação eleita” de legítimo (?) direito. O que fazer então, ó Deus? E “Deus” ordenou que matassem a todos.
Pausa.
Lembra da sua primeira aula de história do Brasil da 1ª série? Lembra como você ficou indignado quando chegou na parte em que os portugueses mataram os índios?
Moral da história: dizimar populações não é um problema, desde que “Deus” queira! E no fim das contas você ainda será louvado por isso em todo o mundo.
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“Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês -
É só maldade então, deixar um Deus tão triste.”
Pois é, mas o problema nem está em “Deus” e sim no estado moral dos seres humanos. É muito fácil praticarmos qualquer maldade humana e colocar a culpa em Deus, dizer que é pelo Seu nome. Prefiro acreditar que há uma ausência de Deus, como dizia Einstein… com certeza todos esses “psicopatas” não “tinham” Deus …